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Em reunião realizada nesta terça-feira, 03/11, em Curitiba, no Paraná, cidade-sede da GVT, os acionistas da operadora determinaram que a sua aquisição deverá acontecer até 28 de fevereiro de 2010; eliminou as 'poison pills' ou pílulas de veneno, conforme o solicitado pela Telefônica, única operadora a formalizar uma oferta pública - R$ 6,5 bilhões, e também pela francesa Vivendi - essa ainda não oficializou sua proposta, que seria de R$ 5,4 bilhões - e exigiu que o preço mínimo da ação será de R$ 48,00.
Para fazer a Oferta Pública de Ações (OPA) em 19 de novembro, conforme o seu cronograma, a Telefónica precisa da Anuência Prévia da Anatel, ainda não concedida à transação. Segundo o fato relevante encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta terça-feira, 03/11, a GVT informa que:
"Passando à deliberação da matéria desta Assembléia Geral Extraordinária, os acionistas aprovaram, por unanimidade, a dispensa da aplicação dos artigos 43 e 44 do Estatuto Social da Companhia, que tratam da “Proteção da Dispersão da Base Acionária” para aquisições de ações da Companhia que possuam as seguintes características:
(i) a liquidação financeira deverá ocorrer até 28 de fevereiro de 2010;
(ii) o preço a ser pago será de no mínimo R$ 48,00 por ação;
(iii) o pagamento será em dinheiro; e (iv) o ofertante (a) deverá possuir capacidade financeira para a aquisição de 100% do capital social da Companhia por um preço mínimo de R$ 48,00 por ação; e (b) deverá ser operador ou provedor de serviços de telefonia fixa, móvel ou de banda larga no Brasil ou no exterior, diretamente ou por intermédio de sua(s) subsidiárias, controlada(s) ou coligada(s), registrando-se a abstenção de voto da acionista Telecomunicações de São Paulo S/A - TELESP. |